Transformação digital medida e gerida pelo seu efeito sobre o valor da empresa. Diagnosticamos em duas lentes, priorizamos por impacto em valuation, implementamos em ondas e recalculamos o valor gerado a cada marco — em números que o conselho pode auditar.
Foco em Médias Empresas com receita operacional bruta entre R$ 90 milhões e R$ 1 bilhão.
Porque tratam tecnologia como fim: entregam roadmaps e arquiteturas sem métrica financeira de retorno, medem sucesso pela ferramenta adotada — não pelo resultado econômico — e ficam distantes da decisão dos sócios e do conselho. O problema raramente é a tecnologia. É a ausência de uma medida de valor que o dono possa auditar.
Estamos preparados para as mudanças do nosso setor — ou apenas ocupados demais para percebê-las?
Que ameaças estão crescendo agora, fora do nosso radar?
Quanto do valor da empresa depende de duas ou três pessoas-chave?
Se um comprador batesse à porta hoje, quanto pagaria — e por quê?
A gestão do dia a dia.
O que a consultoria tradicional resolve.
Dados que a empresa tem e não usa.
Onde moram os maiores riscos e oportunidades.
É nos últimos quadrantes que nosso trabalho se diferencia — e é onde costuma estar o dinheiro.
“A diferença não é o que fazemos — é como medimos: em reais de valor para o dono.”
Se transformação digital é estratégia, cada iniciativa deve ser avaliada como um investimento que altera o fluxo de caixa futuro da empresa — não como um custo de TI. Nosso método parte de frameworks reconhecidos (Rogers/Columbia, CIMS/NCSU, IMD-PN Sebrae/ABDI) e adiciona a camada que falta no mercado: a tradução para valuation.
Cenários, mapa estratégico e valuation de partida (baseline).
Diagnóstico em duas lentes: modelo de negócio, processos, tecnologia e plataformas.
IPV: ranking objetivo por valor gerado, investimento e risco.
Pilotos de 30–90 dias primeiro; escala só o que confirma o valor estimado.
Recálculo do valor a cada marco — prestação de contas ao sócio.
Fecha o cicloQuanto maior o IPV, maior a prioridade: mais valor gerado por unidade de investimento e de risco assumido. Cada oportunidade é classificada pelo vetor de valor que afeta — receita, margem, risco ou múltiplo — antes de entrar no roadmap.
Novos canais, cross-sell orientado a dados, recorrência.
Automação, eficiência operacional, integração de sistemas.
Cibersegurança, conformidade, dependência de pessoas-chave.
Governança, escalabilidade e recorrência que elevam o preço da empresa.
Nossos serviços não são um catálogo de tecnologia — são as etapas de uma mesma jornada, cada uma com entregável próprio e valor mensurável.
Do pré-diagnóstico externo gratuito (IMDA, em 5 dias úteis) ao diagnóstico interno profundo em duas lentes — maturidade digital e gestão da inovação — traduzido em impacto sobre os quatro vetores de valor.
Resolve: decidir onde investir sem saber o que a empresa realmente tem e deixa de ter.
Ver o diagnósticoA camada que nenhum questionário entrega: leitura de sistemas complexos aplicada ao seu negócio, revelando riscos e oportunidades que ninguém pediu para investigar — os “não sei que não sei”.
Resolve: ameaças e oportunidades que crescem fora do radar da diretoria.
Conhecer o RadarCenários, mapa estratégico e valuation de partida; Matriz de Valor e ranking IPV para escolher, em números, o que implementar primeiro — e o que não fazer.
Resolve: priorização por urgência percebida, em vez de retorno sobre capital.
Ver como priorizamosQuick Wins, Estruturantes e Transformacionais: pilotos de 30–90 dias, método ágil e disciplina de capital — escala apenas o que confirma o valor estimado.
Resolve: projetos longos que consomem o orçamento antes de provar resultado.
Ver as ondasBaseline documentado, checkpoints trimestrais, relatório de criação de valor e valuation de saída — um painel vivo do valor gerado, auditável pelo conselho.
Resolve: a pergunta que nenhum relatório de projeto responde: “quanto valor isso gerou?”
Ver o Valuation ContínuoEstruturação das fontes: caixa operacional para Quick Wins, fomento público (ex.: Finep, subvenção não-reembolsável) e tese de investimento para aporte de capital nas ondas maiores.
Resolve: transformação represada por restrição de capital próprio.
Ver as fontesNão somos boutique de TI, não somos Big Four. Somos a associação de consultores seniores que fala a língua do dono.
Estratégia e organização (Sanches) + transformação digital e inovação certificada CIMS/NCSU (Annicchino) + finanças corporativas e valuation (Freitas). Três disciplinas raramente combinadas em uma única proposta para médias empresas.
IPV e Valuation Contínuo são extensões formais de frameworks reconhecidos — Rogers, CIMS/NCSU, IMD-PN — e não uma narrativa genérica de “digitalização”. Toda promessa vira número, baseline e checkpoint.
Entregáveis em formato de governança financeira — valuation, DCF, múltiplos, payback — diretamente utilizáveis em reuniões de sócios, conselho e bancos.
Vivência executiva em transições de 1ª para 2ª e 3ª geração (Boticário, Wheaton, Antilhas) — tema central e frequentemente subestimado nas médias empresas brasileiras.
Parte da remuneração pode ser atrelada ao valor comprovadamente gerado nos checkpoints. Ganhamos quando o cliente ganha — o cliente nunca paga apenas por horas.
NCSU, Columbia, Wharton, FIA, USP, Santa Fe Institute — e vivência em editais Finep, investimento-anjo (São Paulo Anjos) e pesquisa aplicada (GPEADE/USP), ampliando as fontes de financiamento do projeto.
Exemplos dos tipos de descoberta que emergem do cruzamento das duas lentes de diagnóstico com a leitura de sistemas complexos — cada uma convertida em um dos quatro vetores e precificada. Entra no plano só se valer o investimento.
Receita ou margem dependente de poucos clientes, canais ou pessoas — o risco que derruba múltiplo.
Ativos de informação que a empresa já tem e não usa — receita a custo quase zero.
Movimentos de concorrentes, plataformas e regulação que mudam o jogo antes de virarem manchete.
Ajustes de governança e recorrência que elevam o preço da empresa sem novo investimento.
Faixas indicativas da metodologia — retorno esperado de 300% a 500% sobre o investimento na Onda 1 (quick wins), payback típico de 6 a 9 meses e ciclo completo de 12 a 18 meses, com valor mensurável desde o 3º mês.Calibradas para cada empresa no diagnóstico — não constituem garantia de resultado.
Trabalhamos com donos, sócios e conselhos de Médias Empresas com receita operacional bruta entre R$ 90 milhões e R$ 1 bilhão. É o porte em que há valor relevante em jogo, mas que as grandes consultorias atendem mal e as boutiques de TI não medem em valuation. Se você se reconhece em uma destas situações, a conversa tende a ser produtiva.
Transição de 1ª para 2ª ou 3ª geração, com necessidade de profissionalizar governança, dados e processo decisório — e de proteger o valor construído.
Já ouviu promessas de “digitalização” demais. Quer cada real investido em tecnologia justificado por impacto em caixa, margem, risco ou múltiplo.
Venda, aporte, M&A ou entrada de investidor no horizonte — e a necessidade de elevar o múltiplo antes que a diligência comece.
Concorrentes, plataformas ou regulação movendo-se mais rápido que a percepção interna — e a sensação de que a visão do negócio está ancorada em referências antigas.
Convite dirigido a médias empresas com receita operacional bruta entre R$ 90 milhões e R$ 1 bilhão. Em 5 dias úteis, sem custo e sem compromisso: sua posição de maturidade digital aparente (IMDA), 3 a 5 hipóteses de oportunidades com potencial preliminar de valor e os primeiros sinais do Radar de Emergentes para discutir com os sócios. Tudo com informação pública — nenhum dado interno nesta fase.
Ou agende 45 minutos de conversa com os sócios: fale com a SAF.